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sábado, 8 de outubro de 2016

Em nova nota, Governo tenta esclarecer que fechamento do Hospital da Mulher não trará prejuízo

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Foto: aduern.org.br
Em nova nota de esclarecimento, o Governo do RN afirma que as duas instituições de saúde que coexistiam em Mossoró, se referindo à Maternidade Almeida Castro e ao Hospital da Mulher, não cumpriam seu papel de forma "minimamente aceitável", e que competiam pelos recursos do SUS.

Veja a nova explicação: 

Nota sobre o Hospital da Mulher

O Governo do Estado esclarece que a transferência de serviços do Hospital da Mulher para a Apamim, em Mossoró, é uma decisão que resulta de acordo Judicial, feito em reunião onde estavam presentes três Juizes e Promotores Estaduais e Federais, Conselho Regional de Medicina, Secretária Municipal de Mossoró e Secretário Estadual de Saúde.

Em Mossoró estavam coexistindo duas instituições de saúde com mesmo perfil assistencial que não estavam cumprindo seu papel de forma minimamente aceitável, pois competiam pelos escassos recursos financeiros do SUS. Portanto, a decisão foi pela realocação dos serviços, a fim de melhor atender a população. 

A fusão dos dois serviços visa ainda a otimização dos recursos financeiros, tecnológicos e humanos, tornando uma das unidades mais resolutiva. Nesta unidade, no caso a Apamim, a oferta de serviços será ampliada em mais de 20 %.

Só os leitos de UTI neonatal passarão dos atuais 10 leitos para 17 leitos equipados adequadamente e assistidos por profissionais em número suficiente e altamente qualificado. 

A perspectiva é de serem realizados aproximadamente 600 partos ao mês, entre outros serviços que também serão ampliados, sem prejuízo à parte mais importante nesse processo, a população mossoroense.

Governo do Estado do RN

Nota do Blog: mais esclarecedor do que a nota é analisar a "evolução" do discurso do Governo do RN. O Hospital da Mulher passou de mocinho a vilão tão rápido quanto uma apuração de votos em urnas eletrônicas.