Há relatos de que ele já abriu diálogo com a oposição; ao mesmo tempo, tem reunião marcada para a próxima semana com a governadora
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| Foto: ALRN |
Caso a governadora Fátima Bezerra renuncie o mandato para concorrer ao Senado, o que ela aponta como prioridade do PT nacional, o RN terá que passar por eleição indireta. A escolha do novo gestor do Estado, em março, até o final do ano pelos 24 deputados estaduais vai ocorrer porque o primeiro e o segundo nome na linha de sucessão, Walter Alves (MDB) e Ezequiel Ferreira (PSDB), respectivamente, já declinaram do cargo.
No centro desse tabuleiro está o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB).
Ele será o responsável por conduzir o processo de eleição indireta, caso o cenário se confirme.
Esse papel estratégico fez com que Ezequiel passasse a ser intensamente cortejado pelos dois lados.
Na avaliação da direita, Ezequiel já é tratado como um aliado em potencial. Rogério Marinho admite conversas e aposta na possibilidade de caminhar junto com o presidente da Casa.
“Com a conversa que estamos criando com o deputado Ezequiel eu acho que temos todas as condições, inclusive, se isso for o desejo do grupo, de elegermos um governador de transição”, afirmou Marinho durante coletiva, nesta quarta-feira (21).
Já no campo governista, o discurso é outro. Integrantes da esquerda afirmam que, enquanto não houver um rompimento formal, Ezequiel segue sendo considerado parte da base. “Ele participa do governo, então até prova em contrário, ele é aliado”, resume um nome próximo ao PT.
Nos bastidores, há relatos de que ele já abriu diálogo com a oposição, inclusive com Rogério Marinho. Ao mesmo tempo, tem reunião marcada para a próxima semana, com o dia a definir, com a governadora.

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