Mossoró deverá estruturar 170 leitos para pacientes com Covid-19

A governadora Fátima Bezerra esteve reunida por videoconferência, na manhã desta segunda-feira (30), com a prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini, e o secretário de Estado da Saúde Pública, Cipriano Maia.  O objetivo foi tratar do aumento da capacidade do sistema de saúde no município, com a implementação de 170 novos leitos, e também alinhar ações de isolamento social, medida de enfrentamento ao novo coronavírus (Covid-19).

No Hospital Regional da Polícia militar serão criados 25 novos leitos. O Hospital São Luiz está em negociação para a criação de 20 leitos de UTI e mais 20 enfermarias. Já no Hospital Rafael Fernandes serão 18 leitos, enquanto que na Casa de Saúde Dix Sept Rosado serão 10 UTIs e 40 Unidades de cuidados intermediários (UCI/enfermarias). No Hospital RegionalTarcísio Maia serão 20 novos leitos de UTI e 7 UCI, além de mais 10 leitos de estabilização nas UPAs.

Prefeita Rosalba e governadora Fátima se reuniram por videoconferência
(Foto: SECOM/ PMM)

Planejamento

“A perspectiva é que possamos criar 170 novos leitos. Mas uma das principais pendências é o efetivo de médicos e equipes de enfermagem que possam dar conta da demanda. Convocamos os aprovados no último concurso e, devido à gravidade da pandemia, estamos trabalhando para viabilizar a contratação temporária de novos profissionais e suprir a necessidade dos hospitais”, disse a governadora Fátima Bezerra.

Quanto aos novos leitos para o Tarcísio Maia, ela adiantou que estão sendo firmados os últimos preparativos para que as unidades estejam funcionando, no máximo, até a próxima segunda-feira (6). 

Cipriano Maia reforçou as ações que estão em andamento para conter o vírus, como a criação de comitês por região.

A prefeita de Mossoró solicitou apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), para aquisição de material hospitalar para montar uma ala de 20 leitos na Unidade de Pronto Atendimento Raimundo Benjamim Franco, também conhecida como UPA do BH.

De acordo com a prefeita, o espaço, de iniciativa municipal, seria destinado aos pacientes que precisam ficar em observação mas que ainda não necessitam estar em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). 

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