terça-feira, 7 de julho de 2026

Com convenções agendadas, chapas majoritárias devem ser definidas nos próximos dias

As convenções também representam o prazo final para a divulgação do posicionamento de Ezequiel Ferreira

Fotomontagem: 98FM

As convenções partidárias que vão oficializar as candidaturas ao Governo do Rio Grande do Norte também vão finalmente estabelecer as chapas majoritárias e alianças para as eleições de 2026.

O PT deve abrir o calendário no sábado (25), com convenção na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), na Zona Norte de Natal. 

Além da homologação da candidatura de Cadu Xavier (PT) ao Governo, o evento deve confirmar quem ocupará a vaga de vice na chapa e definir os suplentes das candidaturas de Samanda Alves (PT) e Rafael Motta (PDT) ao Senado.

A convenção também deve encerrar a expectativa sobre a participação do ex-senador Jean Paul Prates como primeiro suplente de Rafael, indicação aprovada pelo PDT, mas que enfrenta resistência de partidos da base aliada.

Também no dia 25, o União Brasil realiza sua convenção para confirmar a candidatura de Allyson Bezerra (União) e Hermano Morais (MDB) ao Governo. A expectativa é pelo anúncio do segundo nome da chapa ao Senado, que poderá ser o vereador natalense Tércio Tinoco, compondo a aliança com a senadora Zenaide Maia (PSD), além da definição dos respectivos suplentes.

No domingo (26), será a vez do PL oficializar a candidatura de Álvaro Dias e Babá Pereira (PL) ao Governo. A convenção marcará a definição dos dois suplentes da chapa ao Senado, encabeçadas por Styvenson Valentim (Podemos) e Coronel Hélio (PL), último ponto ainda pendente da composição eleitoral do partido.

Ezequiel Ferreira

As convenções também representam o prazo final para a definição do posicionamento do presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB), sobre o futuro da federação PSDB/Cidadania. A expectativa é que ele anuncie se permanecerá na base da governadora Fátima Bezerra, apoiando Cadu Xavier, ou se caminhará com Álvaro Dias.

A decisão é aguardada especialmente pelo PT, que vê na federação um reforço importante para o tempo de propaganda eleitoral e uma das principais alternativas para indicar o candidato ou candidata a vice-governador na chapa governista.

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