Só se mãinha deixar, lógico

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Numa entrevista nesta quinta-feira (21) à Rádio Rural de Caicó, o senador Styvenson Valentim (Podemos) manteve o mistério sobre hipotética postulação dele ao Governo do RN.

Do Blog Carlos Santos:

“Se minha mãe disse que eu não vou, eu não vou.”

Pronto. É isso. Isso mesmo. Se tiver o aval da mãe, será candidato.

“É quem MANDA em mim mesmo. Tenho nem o que explicar a ninguém. Posso ter 2 metros, ser CAPITÃO da PM, senador da república etc., mas quem me comanda é ela. Se você é habituado a desobedecer à pessoa que o trouxe ao mundo, ensinou o caminho certo, te alimentou, dedicou a vida a você, mas mesmo assim desrespeita. VOCÊ VAI RESPEITAR O QUÊ?”, postou depois o senador em suas redes sociais, com uma série de fotos ao lado de “quem manda”.

Styvenson não faz tipo. Ninguém imagine que suas palavras sejam um deboche até em relação à política.

É parte do jogo de mistério, ou de produção de expectativa criada por ele de forma pensada e calculada. É o que os publicitários chamam de “teaser”, técnica usada em marketing para chamar a atenção para uma campanha publicitária, aumentando o interesse de um determinado público.

Sim, e daí? Vai ser ou não vai ser.

Creio que o será.

Teremos mais um nome à disputa do Governo do RN.

Dia 5 de agosto, data limite para realização de convenções, o Podemos de Styvenson fará a sua e provavelmente formalizará seu nome à corrida pela governadoria.

Só se mãinha deixar, lógico.

Acho que ele dirá “sim”.

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