Governo diz que fila de espera por leitos está equilibrada

O Governo do RN informou na entrevista coletiva de atualização de dados e prestação de contas das ações do Governo no enfrentamento à pandemia desta segunda-feira (06) que há, pela primeira vez neste período, uma fila de espera equilibrada com a quantidade de leitos disponíveis. A informação foi dada pela coordenadora de urgência e emergência da Sesap (Secretaria de Estado da Saúde Pública), Renata Silva Santos.

No momento da coletiva havia os seguintes pacientes em fila: 22 pacientes para leitos críticos, 31 para leitos clínicos e 25 aguardando transporte. Nesta segunda-feira, a taxa geral de ocupação de leitos é de 84,3%. Dos 237 leitos críticos disponíveis, há 200 ocupados.

A maior taxa de ocupação de leitos está na região Oeste (97%), seguida da Metropolitana de Natal (85,2%), Seridó (82,7%), Pau dos Ferros (44%) e Mato Grande (37,5%).

Os casos somam 34.983 confirmados, 47.654 suspeitos, 54.914 descartados, 1.246 óbitos (7 nas últimas 24 horas) e 173 óbitos estão em investigação.

Ambulâncias

Na coletiva, o secretário de Tributação (SET), Carlos Eduardo Xavier, também informou o início da operação, a partir desta segunda-feira, de cinco novas ambulâncias que irão reduzir o tempo médio de espera para transferência de pacientes para leitos exclusivos Covid-19 entre 60% e 70%, o que proporcionará melhor assistência e salvará vidas. Atualmente esta espera é de 10 horas.

Segundo Governo, novas ambulâncias devem amenizar espera por transporte
(Foto: Elisa Elsie) 

As novas ambulâncias foram contratadas emergencialmente pela Sesap através de chamada pública. Os veículos atenderão demandas das oito regionais de saúde em todo o Rio Grande do Norte, reforçando o trabalho do Samu que possui 8 ambulâncias de suporte avançado de vida e 34 ambulâncias de suporte básico. 

Nota do Blog - Ainda não há o que se comemorar. Enquanto os números forem crescentes e ainda existirem filas, com pacientes precisando aguardar por leitos de UTI, continua sendo tempo de se preservar, preservar o outro, e cobrar do Governo sua parte no combate à Covid-19.

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